03.18.06

Sombras chinesas. Well, kind of. ;-)

Posted in produtos at 9:22 pm by Ana

Muito lindas, estas velas que projectam a sombra de árvores ou pássaros nas paredes. Fica um efeito muito giro, parece que as sombras estão “vivas”. :-) Podem vê-las aqui.

passaros

arvores

Robots!

Posted in filmes, humor at 7:43 pm by Ana

“It’s a fusion between jazz and funk. It’s called junk!” :-D

Vi o Robots (2005) e adorei! :-) E achei esta frase de uma das personagens, interpretada pelo Robin Williams, simplesmente hilarious!

Violência doméstica, e pública

Posted in imprensa, mulheres, sociedade at 5:33 pm by Ana

Na revista Única do jornal Expresso do sábado passado veio publicada uma reportagem sobre violência doméstica em Portugal. Pode ser lida aqui (dividida em 7 imagens). É brutal o que as pessoas são capazes de fazer umas às outras, ainda por cima justamente àquelas que mais deviam tratar bem… :-( Há pessoas que levam vidas degradantes, aterradoras, por dezenas e dezenas de anos.

Também gostei de ler a crónica da Inês Pedrosa, na mesma revista. Achei engraçado ela ter dito (por palavras diferentes) que as crianças não são por natureza boazinhas e inocentinhas. ;-) De resto ela aborda a questão da violência em grupo de jovens (a propósito do assassinato de uma pessoa por um grupo de adolescentes no Porto), e fala da educação, das “influências” dos media, nomeadamente de jogos violentos, e do sistema de adopção que temos.

A Natureza é de uma sacanice…

Posted in videos at 5:11 pm by Ana

… faz as crias de todas as espécies sempre muito “cute” para nós ficarmos com vontade de fazer mais! ;-) Vejam estes quadrigémeos muitíssimo bem-dispostos e esta miúda muito concentrada a cantar. :-D

Um site para os nostálgicos da infância: “Mistério Juvenil”

Posted in sites, up close & personal at 5:00 pm by Ana

O David fez um post no seu fórum onde colocou links para um site muito giro. Chama-se “Mistério Juvenil” e reúne informação, imagens e som de séries de desenhos animados e infantis, publicidade, etc, de quando éramos miúdos. Também tem um fórum onde o pessoal partilha as suas brincadeiras, as coisas que coleccionavam, os livros, as séries de TV, e coisas do género. Muito fixe! :-D Podem espreitar o fórum aqui e a listagem de ficheiros aqui. Enjoy! ;-)

As minhas nostalgias pessoais preferidas vão para o MacGyver, o Tom Sawyer (ah que saudades!), a Bia a Pequena Feiticeira, o Dartacão! :-D , o Duarte & Cia, os Marretas (eheheh!), os Amigos do Gaspar,… Há muitos mais, mas não me lembro dos nomes e não parecem estar ainda no site.

Andar de bicicleta, jogar à bola, às escondidas e à apanhada, construir cabanas, subir às arvores, jogar à mosca, brincar com carrinhos no meio da terra, e com PlayMobil!, andar “à solta” pela rua, pelas terras, de casa em casa dos amigos, ver TV, coleccionar “folhas de colecção” (com desenhos elaborados, muito coloridas e perfumadas), por vezes andar em carrinhos de rolamentos, jogar ao elástico,… Foram bons tempos de brincadeiras. :-) Não invejo nada a vida dos putos de hoje em dia. Têm infinitamente mais brinquedos do que alguma vez pude ter mas são um bocado prisioneiros domésticos. Eu ainda pude crescer na rua. :-D

03.16.06

Seminário “Mobilidade Sustentável” – parte 1

Posted in mobilidade, up close & personal at 10:34 pm by Ana

salaAinda não é hoje que tenho tempo para blogar decentemente acerca do Seminário “Mobilidade Sustentável: Iniciativas e Experiências” a que fui na 4ªf. :-( No entanto, talvez dê para deambular um pouco por impressões paralelas ao dito evento.

Bom, o dia não começou nada bem. Como tinha ficado a blogar na 3ªf à noite, acabei por me deitar mais tarde do que devia. :-/ De manhã estava mesmo cansada e saí de casa já era hora de começar o seminário. Ainda tinha que descobrir o caminho para lá e tive que dar boleia à minha mãe. Com o detour da boleia perdi muito tempo (porque não conhecia a zona) e o atraso acumulava-se. Finalmente cheguei ao Instituto do Ambiente. A zona imediatamente anterior ao edifício era absolutamente horrível. Um bairro social, prédios tipo caixote com buracos, completamente “plantados” no chão, i.e., sem canteiros, jardins, seja lá o que for. Só alcatrão e betão. E lixo. Foi das coisas mais feias que já vi. And people live there:-( Isto à frente do IA. Dos outros lados tínhamos vista para a 2ª circular e para a CRIL. Mesmo o recinto e aspecto do edifício tinha tudo a ver (not!!) com aquilo que nos vem à cabeça quando pensamos num “instituto do ambiente”… Adiante. Finalmente estacionei o carro e lá entrei, depois de dar com a porta. Dirigi-me logo a uma recepção e um segurança muitíssimo simpático e sorridente disse-me que o seminário não era ali. Fiquei a sentir-me muito estúpida quando percebi que o ‘ali’ a que ele se referia não era simplesmente o andar mas sim o sítio. Afinal era em Lisboa, ao pé da Rua do Salitre, no edifício da Representação Portuguesa da Comissão Europeia. Já a ver a minha vida andar (ainda mais) pra trás, lá me pus a caminho. Tinha o mapa, e até conheço mais ou menos a zona em que era, o meu medo era o trânsito, e estacionar… Andei cerca de 1h-1h30 para chegar ao Rato e depois andar às voltas à procura de um lugar. “Um lugar” para mim é um sítio de estacionamento legal e “inócuo”, daí a acrescida dificuldade. Por milagre lá acabei por achar um. Estacionei, saí do carro e fui voltar a olhar para o sinal atrás para confirmar que podia estacionar ali. Troquei dinheiro numa mercearia em frente e fui tirar o ticket no parquímetro. O máximo indicado era para 4 horas. Tentei pôr mais (ia estar afastada o resto do dia) mas a máquina não aceitou, fechou a abertura da ranhura. Lá fui a correr e cheguei ao edifício às 12h15 a pensar que ia chegar mesmo no início do debate, no final das palestras da manhã. :-( Havia uma, do NICHES, que eu queria mesmo ver e estava mesmo triste por pensar tê-la perdido. No entanto tive sorte! :-) Cheguei estava precisamente essa palestra mesmo a começar, o que significa que eles estavam já com um super-atraso!! Melhor para mim! ;-)

O texto sobre as conferências em si deixo para outro post, quando tiver tempo para escrever. Ficam aqui só algumas impressões paralelas:

  • As pessoas são muito mal educadas. Fartam-se de falar, não colocam os telemóveis em silêncio, atendem chamadas dentro da sala; houve um senhor que estava ao telemóvel e ao lado uma rapariga, a Raquel Leitão, estava de pé a dizer qualquer coisa para “a mesa”! Houve um senhor à tarde que passou uma série de apresentações de cabeça baixa, a olhar para o telemóvel e a escrever mensagens, sem levantar a cabeça uma única vez!! And so on.
  • Havia duas bicicletas dobráveis encostadas a uma parede, de duas pessoas “da assistência”. Pelo menos outra pessoa, o Frederico Ferreira (da Massa Crítica e da FPCUB) foi para lá de bicicleta. O edifício, como era de esperar, não tinha infra-estrutura para estacionar e guardar bicicletas. Os seguranças deixaram-no guardá-la na cave…
  • A vista da sala (no 10º andar) era brutal. Dava pra ver Lisboa de uma perspectiva totalmente diferente, pois no solo só vemos prédios e mais prédios, todos em cima uns dos outros.

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  • Apesar de não se pagar nada foi-nos oferecido o almoço (digno de um casamento, tipo “copo-de-água”), bem como os coffee-breaks!! :D A UE é muito generosa. :P

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  • Vi lá pessoal da Massa Crítica, mas como 1) sou uma tímida atadinha e 2) já não me lembrava dos nomes deles, acabei por não ir falar com eles. A minha inépcia social it’s a major bummer:-(
  • Lisboa é um caos. Não há riscos no chão, sinais, tabuletas!… Para andar por lá de carro é um horror! Só quem já conhece aquilo é que se safa. Depois de 1h às voltas sentia-me asfixiada, encurralada no meu carro. Porque eu queria parar, sair e ir-me embora. Mas tinha ali aquele “volume”, não posso parar em qualquer lugar para ver onde estou, ou o nome da rua ou o que quer que seja e não posso abandonar o carro onde me apetecer. Não o posso pôr no bolso, tipo Jetson’s! De um “acessório” extremamente útil passa a peso-morto… No fundo os engarrafamentos são as pessoas “engarrafadas” dentro do seu automóvel… É um stress!
  • Para circular a pé já se sabe, o peão está no fundo da “cadeia alimentar” da via pública. Os passeios, já de si demasiado estreitos e muitas vezes “acidentados” (buracos, piso aos altos e baixos, pedras soltas, piso escorregadio, etc) vêem-se ainda mais diminuídos com obstáculos como sinais de trânsito, caixotes do lixo, caixas de electricidade/telefones, vasos e publicidade, carros estacionados temporariamente (porque não há sítios para cargas e descargas) ou permanentemente, etc… :-(

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  • Quando regressei ao carro, já a pensar que a EMEL me teria multado (apesar de eu não ter colocado mais moedas porque a máquina não deixou…) deparei-me com algo sinistro. Alguém tinha virado ao contrário as escovas, as duas da frente e a de trás. Só o meu carro, de entre os muitos estacionados naquela rua, tinha sido presenteado com tal “gesto”. Fiquei com uma senação de unease muito desagradável… :-( Mais tarde, por volta das 21h, ao voltar pra casa, mesmo aqui na rua à frente, uma miúda no meio das terras do lado direito atirou-me uma cena ao carro. Não me despistei porque não calhou. Penso que tenha sido mais um torrão de terra do que um calhau, porque bateu e não deixou marcas… Há gente tão imbecil! A minha vontade era pegar no jipe e ir atrás delas prás terras. Mas depois achei que ir meter-me ali prós lados do bairro social podia não ser the cleverest thing to do. ;-) Pelo menos não houve feridos nem danos. Ainda pensei avisar a polícia mas depois achei que não se justificava nem serviria de nada… :-( Estes dois episódios deram-me uma sensação muito “sinistra”…

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03.14.06

Last Sunday’s due blogging

Posted in mobilidade at 11:30 pm by Ana

Bom, a ver se o servidor não vai abaixo e isto carrega mais depressa para eu conseguir, finalmente, partilhar a minha experiência do passado Domingo. ;-)

Bom, o Bruno teve que trabalhar nesse dia por isso fiquei por minha conta. Estava um belíssimo dia de sol. :D Fazia calor mesmo, estavam cerca de 24 ºC. Larguei o vício da web, peguei na bicicleta e lá fui eu, rumo ao Parque dos Poetas. Chego lá pela porta Sul, aquela que tem estacionamento e que dá para o campo de futebol, cerca das 16h. Carros por todo o lado, a atravancar tudo. Estava a decorrer um jogo, era fim-de-semana e estava sol, resultado? Uma enchente. Bom, lá desmontei da bina (eheheh, lembrei-me agora desta outra designação que os putos da minha altura usavam :P ) e levei-a à mão pelo meio da multidão até mais longe da confusão (que é aquela entrada, ao pé do parque infantil). Fui para o nosso spot “habitual”. Antes disso, no caminho, comecei a ver uma fila gorda de gente lá no alto, a andar devagar, e ouvia levemente uns cânticos. Antes de ouvir os cânticos pensei que fossem turistas, pessoal numa excursão. Depois apercebi-me que era uma procissão… Encolhi os ombros e fui andando para o tal spot. Cheguei, abanquei e deitei-me a ler semi-ao sol. Mais tarde comecei a ouvir aquela lenga-lenga mais alto, tipo altifalantes discretos. Abeirei-me do murete mais à frente e percebi que tinham vindo dar uma missa no Parque!… De um lado o futebol, do outro a missa. Só faltava o fado… Achei aquilo um bocado esquisito, espero que a IURD ou outra seita qualquer não se lembre de fazer o mesmo ou lá se vai a paz e o sossego! :-( De qualquer modo, no sítio onde estava aquilo não me fez mossa e o som não me distraía (ainda bem que optei por não ficar lá em baixo no relvado! Teria que gramar com o espectáculo. É uma espécie de “se a montanha não vem a Maomé, vai Maomé à montanha” (or something like this). Ai o preço da liberdade!…

missa

Acabei de ler um artigo sobre Criatividade numa revista Visão de algumas semanas atrás e retomei a leitura do “The Human Mind” que tinha deixado pendurada há uns bons meses. Foi muito agradável estar ali deitada sobre a relva, a apanhar sol, de barriga para baixo, barriga para cima, de lado… :P Foi relaxante.

leitura

Entretanto, às 17h45 resolvo pôr-me a caminho de volta a casa. Tinha planeado passar no Polisuper (um supermercado ali perto) e assim fiz. A contar com isso tinha trazido a bicicleta já apetrechada com os cestos. Não comprei muita coisa, até porque o espaço é limitado. Deixei a bicicleta presa a um pilar mesmo em frente à porta de entrada, para estar mais “protegida”, quer para eu poder ir espreitando, quer porque o polícia que costuma estar lá também servir de segurança extra. Compras feitas, ponho o pão e a manta de campismo à frente (tem que ter coisas leves) e a fruta, a ração para a Julieta e mais outras coisitas no cesto atrás. E sigo embora! :-)

polisuper1polisuper2

A meio caminho mudei ligeiramente a configuração da arrumação da bagagem para poder tirar a mochila das costas (estava a fazer-me calor). Passei a alface para o cesto da frente e pus a manta atrás do banco. E voltei à estrada para o troço final até casa.

mudarbagagem

Cheguei sã e salva, e com todas as compras inteiras. :D

Senti-me muito bem por várias razões: fiz um excelente exercício físico, fiz uma coisa que adoro (andar de bicicleta), usei um meio de transporte silencioso e não-poluente, poupei dinheiro e gases de estufa, dei um bom exemplo, usei a bicicleta para suprir uma necessidade, e funcionou bem. :) Claro que às vezes me sinto um bocado esquisita de ter as pessoas a olhar para mim como se eu fosse verde e tivesse antenas, mas estou-me bem lixando para o que outros possam pensar. Além disso ajudo a reforçar a vontade de outros fazerem o mesmo!

Uma pessoa é tão mais feliz quanto ela consiga viver a sua vida pelos princípios e vontades que defende e gosta. Usar a bicicleta como meio de transporte tem-me subido uns pontos bons na minha “escala de felicidade”. ;-)

Google, o Oráculo dos tempos modernos

Posted in humor at 10:43 pm by Ana

Tenho imensa coisa sobre a qual gostaria de blogar (como é costume), não tenho tempo para tudo, mas não podia deixar de partilhar esta jóia… :-)

Nas estatísticas do meu antigo blog descobri que alguém foi lá parar a partir do Google com a seguinte expressão de pesquisa:

“quero saber onde posso encontrar o livro porque as mulheres choram e os homens mentem”

Reparem no “quero saber”!… Alguém lhe deve ter dito “epá se queres saber alguma coisa vai ao Google!”. Acho que ele levou a cena muito literalmente. Eheheh! ;-)

oraculo

03.12.06

This WordPress thing isn’t really working out…

Posted in miscelânea/indefinido at 10:40 pm by Ana

O tempo que demora a carregar as páginas, somado com o tempo em que o servidor vai abaixo… Isto não é suportável. Fico aqui 2 horas para conseguir fazer one lousy post! :-( Queria falar sobre o meu commuting de hoje, e já não dá! Bolas!…

Acho que vou ter que mudar de casa outra vez… :-(

E lá fomos, embora não até à meta…

Posted in mobilidade at 10:34 pm by Ana

Ontem sempre acabámos por ir testar o caminho até ao Lumiar. Fomos já tarde, tipo 16h30 (mais coisa, menos coisa) e no espírito de “vamos só até meio-caminho ou coisa que o valha”. Acabámos por ir até Benfica e achámos que seria melhor voltar. Quer porque as próximas zonas são mais “complicadas” (Damaia e afins) quer porque já era tarde e ainda tínhamos que fazer o percurso de volta a casa, e nós não temos ainda luzes nas bicicletas, o que é perigoso para andar a circular na estrada…

Impressões… Andámos cerca de 20 km (ida e volta), não fiquei cansada e não me lembro sequer de transpirar mais do que o normal. A excepção à regra foi a passagem pelo vale de Barcarena. Aquilo custa um bocado… Dava mesmo jeito uma Stokemonkey! ;-)

BarcarenaBarcarena2[As pessoas aqui é suposto circularem pela valeta. As bermas ora existem, ora não existem, ora são largas, ora diminuem subitamente... (Barcarena)]

Se ignorarmos a falta de condições de circulação que encontrámos (as cidades e vias são pensadas para pessoas dentro de automóveis, tudo o resto é como se não existisse ou não merecesse respeito) e as coisas estúpidas que vimos para quem circule a pé, principalmente (e que todos os dias, por todo o lado, encontramos), e os imbecis que não dão a distância lateral de segurança que nos é devida, ou os que nos apitam (mesmo que seja para nos “alertar”, o que faz é assustar-nos porque da presença deles já nós nos apercebemos antes…),… o grande inconveniente de usar a bicicleta como meio de transporte é o fumo todo que respiramos e que fica na roupa (argh). Ah, claro que nem vale a pena falar em instalações/equipamento para prender ou guardar as bicicletas quando paramos num café ou mercearia, ou numa Loja do Cidadão, ou num cinema, etc. Já para não falar no local de trabalho…

faltaespacoestreitosemsentidonomeiotúnelciclovia3

["Ilhas" para peões são imensamente sub-dimensionadas (Amadora), passagem pedonal não tem largura para passarem 2 pessoas ao mesmo tempo, quanto mais carrinhos de bebés, por exemplo (Queluz, perto da estação de comboios), os passeios são "now you see me, now you don't (Leceia), o melhor sítio para pôr sinais de trânsito, postes de semáforos, pinos ou publicidade é sempre MESMO no meio do caminho (perto de Barcarena), passeio pedonal já perto de Benfica vai oscilando de largura e não passam duas pessoas facilmente, mais um poste no meio do caminho, bem como uma ciclovia (?!) que não se dá por ela e que começa no nada... (Benfica).]

Uma das vantagens de circular a pé ou de bicicleta é a calma, o tempo para reparar no que nos rodeia. Quando vamos de carro passa-nos ao lado montes de coisas. E de pessoas (para o bem e para o mal). De jinga reparamos em montras que não tínhamos visto antes, em coisas mal feitas nas estradas/passeios/edifícios,… Os autarcas deviam andar de bicicleta para melhor perceberem o que tem que ser arranjado, melhorado, mudado.

insegurança [Passadeira ao pé de um jardim/parque em Queluz: o passeio no meio inspira segurança!...]

No caminho para lá reparei no CCVA – Centro Ciência Viva da Amadora. Tinha uns bonecos de cartão muito giros espalhados pelo edifício das exposições. Fotografámo-los à ida e depois à volta, já no “lusco-fusco”. No regresso, ali ao pé de Queluz reparámos numa loja com uma pista enorme de carros, vimo-la da janela e estava gente a brincar com aquilo. O Bruno ficou um bocado a namorar aquilo. ;-)

cardboardpeople1cardboardpeople2

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