September 15, 2006
“O Portugal que sai da crise”
Na Visão desta semana o que mais gostei de ler foi o artigo sobre o software livre e um outro, tema de capa, sobre empreendedorismo e inovação. Gostei de ler este último justamente por dar uma ideia diferente e mais animadora da economia e das pessoas por detrás dela. Gostei de ler histórias de pessoas que deram a volta por cima, que inovaram, que perseveraram, que arriscaram, e que agora vêem o seu trabalho dar frutos. É em histórias destas que me inspiro e que me apoio quando as coisas parecem mais negras.
Acredito firmemente que a iniciativa privada e as empresas são um veículo privilegiado de mudança de mentalidades e paradigmas, de inovação, de trabalho social e comunitário. É tempo de acabar com esta cultura de mama do Estado e de dormir à sombra dele (a bananeira). Leva a que só nos queixemos de tudo e fiquemos à espera que alguém faça alguma coisa. Mas o pior é que (quase) ninguém faz nada… de jeito, pelo menos.
Neste país em que os governos só se governam a si próprios, são as empresas que devem liderar o caminho, e levar a sociedade a reboque. Ou isso ou é melhor emigrarmos todos porque os políticos não têm estofo para salvar este país.















Vtrain said,
September 15, 2006 at 3:29 pm
Sou assinante da revista Exame .. há lá muitas historias destas. Algumas realmente inspiradoras e bem mais consistentes em termos de artigos jornalisticos que estas historias da visão. Se quiseres em vez de mandar para o papelao depois de as ler posso passar-te as revistas. A sério que não são seca… são interessantes… claro que eu salto os artigos sobre o ginastica para executivos lol
Vtrain
Ana said,
September 15, 2006 at 4:43 pm
Eu também gosto de ler a Exame. Não sou assinante, compro uma de vez em quando, quando têm algo que me atrai particularmente. Infelizmente não posso comprar todas as revistas que quero ou ia à falência. De qualquer modo nunca tenho tempo de ler aquilo tudo. Tenho sempre que me controlar nos impulsos literário-consumistas.
A última que comprei, de Agosto, foi comigo para a Alemanha e voltou e eu ainda não a consegui ler! 
Mas sim, sim! Era fixe se me fizesses intermediária entre ti e o papelão!