September 22, 2006

De malas aviadas

Posted in up close & personal at 10:39 am by Ana

Pois √©, vou mudar de casa outra vez. ūüôā Este ser√°, em princ√≠pio, o meu √ļltimo post aqui no wordpress.com. O Bruno reformulou o nosso site e instalou o WordPress (o Drupal era overkill para o que precisamos). Agora estamos em azulebanana.com (ou .net), e continuamos l√° as nossas identidades de sempre na web – ‘anabananasplit‘ e ‘bluey‘. Os blogs ficam, assim, separados. Mas na mesma casa. ūüôā

Os posts que escrevi aqui foram importados para o outro site, por isso o blog ter√° continuidade. ūüôā No entanto, perdem-se os coment√°rios, que n√£o √© poss√≠vel importar. Mas n√£o vou apagar o anabananasplit.wordpress.com, por isso estar√£o sempre dispon√≠veis enquanto houver o wordpress. ūüėČ

Ainda n√£o arrumei a casa (transferir os links, arrumar as categorias e assim, mexer no aspecto do site,…), mas f√°-lo-ei nos pr√≥ximos dias, eventualmente.

Hope to see you all at my new spot! ūüėČ

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Dia Europeu Sem Carros, de carro…

Posted in mobilidade at 10:19 am by Ana

Hoje √© o Dia Europeu Sem Carros e o que √© que eu fiz? Vim de carro, claro. ūüėõ O plano era ter vindo de bicicleta pr√° FCT ontem. Entretanto caiu uma carga de √°gua e acabei mesmo por ficar em casa (n√£o toquei no relat√≥rio… ūüė¶ ) e despachar umas cenas pendentes, como o blog do site (provis√≥rio) da minha empresa (eheheh, sabe t√£o bem dizer isto, “a minha empresa”) e regularizar o meu ficheiro das despesas (sim, sou uma mi√ļda muito certinha, at√© tenho controlo financeiro informatizado e tudo, lol!), e outras cenas do g√©nero.

Depois pensei, “amanh√£ levo a bicicleta”. Mas hoje tamb√©m tinha chovido e n√£o consegui acordar suficientemente cedo para vir testar o percurso de bicicleta. Ainda por cima hoje ao fim do dia sigo para Our√©m, que amanh√£ √© dia de vindima “√† dos meus av√≥s”.

Na 4¬™f a A5 estava com tr√Ęnsito quase parado logo em Porto Salvo, √†s 10h… Hoje eram 9h25 e a mesma coisa. Fui pelo meu “atalho” apanh√°-la no Jamor. Deve levar o mesmo tempo, mas ao menos n√£o estou parada e com a sensa√ß√£o de estar presa dentro do meu pr√≥prio carro, num tapete isolado de alcatr√£o… Como √© poss√≠vel ainda haver tanto tr√Ęnsito √†s 10 da manh√£? Parece que j√° n√£o h√° “horas de ponta”, a “ponta” prolonga-se praticamente pelo dia todo… ūüė¶

A ver se consigo ir de bicicleta na pr√≥xima semana, vamos ver se o Outono ainda n√£o √© para j√°. N√£o tenho equipamento para chuva! Tenho que comprar um poncho, pelo menos. ūüėČ Provavelmente tenho que encomendar online do estrangeiro, n√£o me lembro de ver disso √† venda c√°…

Parece que Almada tem umas cenas giras a decorrer hoje, relacionadas com bicicletas. Vi um panfleto da Semana da Mobilidade em Almada aqui na FCT. Gostava de ir. Talvez me balde ao relat√≥rio (mais uma vez(!)) e v√° espreitar. De carro. Sou uma lame. ūüėõ

H√° algumas fotos da inaugura√ß√£o do Parque Infantil de Bicicletas da Cova da Piedade dispon√≠veis aqui. Reparem nas calhas que a CMA colocou nas escadas para podermos transportar as bicicletas mais facilmente. ūüôā

Calhas para bicicletas

Podiam p√īr isso nas escadas do Metro em Lisboa, ou da Fertagus (uma vez que, estupidamente, n√£o nos deixam usar as rolantes nem os elevadores…).

September 18, 2006

O meu Domingo

Posted in eventos & Cia, featured on Flickr!, mobilidade at 10:04 pm by Ana

No Domingo fui com o Bruno passear para a Marginal, de bicicleta. Mas fizemos a cena “√† s√©ria”, fomos at√© l√° tamb√©m de bicicleta (em vez de as levar de carro, estacionar num s√≠tio ao p√© e depois sacar das jingas). ūüėČ A Sofia estava meio adoentada e acabou por n√£o ir connosco.

Foi agrad√°vel, soube muito bem sentir o cheiro a mar a ouvir o som das ondas a rebentar na areia e nas rochas. Num dia normal isso seria “soterrado” pelo ru√≠do e pela polui√ß√£o dos autom√≥veis. Foi bom ver as pessoas a usufruir da Marginal, umas a caminhar, outras (muitas!) de patins, alguns empurravam carrinhos com beb√©s, outros levavam putos atr√°s, na bicicleta, outros em atrelados, viam-se putos em jingas com rodinhas, outros j√° mais aut√≥nomos, uns em trotinetes, vimos duas bicicletas tandem, um triciclo, e um puto num carro a pedais tipo os GoKarts do Parque das Na√ß√Ķes. Vimos duas pessoas em bicicletas com motor el√©ctrico, um senhor mais velho e uma rapariga nova, esta tinha uma ilegal, que anda sem darmos aos pedais – c√° t√™m que ser pedalec. Vimos imensas pessoas em bicicletas da Lisboa Bike Tour, o que prova que muita gente foi a esta para arranjar uma bicicleta barata. Vi um homem numa cadeira de rodas a ser empurrado por um amigo. Devia ser Marginal Sem Carros uma vez por m√™s. ūüėČ

Marginal Sem Carros!Marginal Sem Carros!

Marginal Sem Carros!Marginal Sem Carros!Marginal Sem Carros!

Fomos espreitar o Porto de Recreio de Oeiras, porque na √ļltima vez ainda estavam os estabelecimentos comerciais por abrir. Agora est√° cheio de esplanadas. No Domingo estavam l√° muitas bicicletas estacionadas enquanto o pessoal tomava qualquer coisa na esplanada, mas n√£o sei como √© nos outros dias. N√£o h√° nenhuma estrutura de estacionamento para as bicicletas, a malta limita-se a encost√°-las aqui e ali. ūüôā

Bicicletas nas esplanadas do Porto de Recreio de OeirasBicicletas nas esplanadas do Porto de Recreio de Oeiras

A seguir pass√°mos na Telepizza de Santo Amaro e compr√°mos umas pizzas. ūüôā Seguimos para o Jardim da Quinta dos Sete Castelos alguns metros mais √† frente. Tirei umas fotos aos muitos postes plantados no meio do passeio. Vergonhoso…

Fileira de obst√°culos no passeio!

[No dia 14 fui ao dentista √† Amadora; a rua Elias Garcia, que passa em frente ao C.C. Babil√≥nia √© muito movimentada, n√£o √© pedonal mas os passeios andam cheios. Para atravessar tive que carregar num bot√£o para o sem√°foro ficar verde. A√≠ tive um embate de uma realidade que no estrangeiro me tinha j√° desabituado. Tive que esperar uns 60 segundos at√© aquilo ficar verde! Lembrei-me da Sui√ßa, montes de passadeiras ao longo da rua, e o sinal dos pe√Ķes caia quase imediatamente para verde quando carreg√°vamos no bot√£o. Mostra a diferente atitude para com as pessoas num pa√≠s e noutro…]

Bom, lá fizémos o nosso piquenique no jardim e depois ficámos por ali, sentados numas cadeiras reclinadas, à sombra a ler as revistas Única (jornal Expresso) e Tabu (jornal Sol).

À sombra no jardim, a ler

Mais tarde pass√°mos para o relvado. Nesse dia havia l√° muito mais gente do que nas vezes anteriores. √Č um s√≠tio mesmo agrad√°vel. ūüôā

Tarde de leitura no jardim

A prop√≥sito do Sol, gostei do jornal. Principalmente da sec√ß√£o “Mundo Real” no caderno principal. Na √önica gostei de ler o artigo sobre a Cientologia. De partir a rir. Ou de chorar, conforme a perspectiva. Ser√° que n√£o h√° gente s√£ neste mundo? Aquele pessoal de Hollywood tamb√©m tem umas pancadas valentes… Nunca pensei que o Tom Cruise (que sempre admirei) fosse assim t√£o completamente louco. S√≥ lendo a hist√≥ria… A Madonna (que “segue” a Cabala) aconselhou o governo Brit√Ęnico a usar um fluido m√≠stico da religi√£o dela na limpeza de um res√≠duo radioactivo, porque acredita que pode ter efeitos curativos m√°gicos (!). Give me a break!!!

√Č s√≥ tot√≥s! Tudo a acreditar em fadas, deuses, m√°gicos e super-poderes!! Est√° tudo louco, mesmo. Antes pensava que uma guerra nuclear (a 3¬™ guerra mundial, previa-se) seria terr√≠vel, mas cada vez mais acho que antes vir√° uma guerra religiosa global muito pior, todos contra todos, a aniquilarem-se mutuamente porque n√£o acreditam nas mesmas personagens e hist√≥rias mitol√≥gicas e n√£o toleram a diverg√™ncia nas cren√ßas, afinal h√° milhentas religi√Ķes no mundo, tantas quanto os malucos que decidem ser “Deus na Terra”.

N√£o consigo pensar numa caracter√≠stica geogr√°fica, √©tnica, lingu√≠stica, f√≠sica ou de pensamento intelectual (gostos pessoais e ideias pol√≠ticas) que me leve a sentir uma cis√£o t√£o profunda entre mim e terceiros quanto a cren√ßa religiosa. √Č como sentir-me uma alien num planeta desconhecido.

O Expresso vai come√ßar a oferecer (por +6‚ā¨) uma edi√ß√£o limitada e exclusiva da B√≠blia, comentada por um padre. Talvez isto seja um sinal para eu optar pelo Sol…

Uma cena fixe que vi na √önica foi o Sleeptracker. Pena ser t√£o caro… ūüė¶

Na Tabu veio um artigo sobre uma fam√≠lia grande, a matriarca teve 10 filhos e as filhas tamb√©m tiveram proles extensas. E ficaram em casa. Percebo a paix√£o de querer ter filhos, muitos. S√≥ n√£o percebo como pode ser visto como normal uma mulher dizer que “estudava sem interesse nenhum porque j√° sabia que n√£o ia trabalhar”. Ou quando algu√©m lhe pergunta o que quer ser quando for grande, responder “m√£e!”. Se fosse um homem a dizer isto, j√° soava um bocado esquisito, n√£o? E se um homem s√≥ quiser ser “pai”? Fixe n’√©? N√£o √© preciso estudar nem trabalhar, √© s√≥ ter filhos e cuidar deles, em casa. E tamb√©m n√£o √© preciso estudar para ter e criar filhos… Don’t get me wrong, n√£o tenho nada contra stay-at-home-moms. S√≥ me arrepiam aquelas que se definem apenas com a maternidade, e nunca s√£o nada al√©m de m√£es e dom√©sticas. Claro que depois tornam-se cat√≥licas e v√™m defender “os valores da fam√≠lia”. T√™m que defender a imposi√ß√£o de um modelo social muito mais restrito e severo para que os maridos n√£o as abandonem quando os filhos j√° estiverem criados.

Estou a planear passar a andar de transportes p√ļblicos novamente. Mas com a bicicleta como elemento essencial de inter- e multi-modalidade. Ainda estou √† espera dela, quero comprar uma dobr√°vel. Entretanto, queria ir na minha bicicleta (a Btwin’7) para a FCT-UNL, nas pr√≥ximas 4 semanas. Hoje estive a ver os pre√ßos e condi√ß√Ķes de transporte de bicicletas no comboio e barco. Fiquei muito frustrada. No comboio, mesmo que pague, n√£o a posso levar das 7h √†s 10h… No barco s√≥ h√° limita√ß√£o do n¬ļ de bicicletas a bordo (6), mas os pre√ßos s√£o sempre desencorajadores. Algu√©m me explica porque √© que (na carreira Bel√©m-Trafaria) um animal de companhia paga o mesmo que uma pessoa (0.75 ‚ā¨) e menos que uma bicicleta? Posso levar as minhas malas de viagem ou a t√°bua de passar a ferro que comprei no supermercado, sem pagar mais por isso, mas a bicicleta, especificamente, paga 1.60 ‚ā¨ por viagem! Al√©m de discrimina√ß√£o de bagagem, eles ignora m totalmente o facto de uma bicicleta ser um meio de transporte complementar do deles, que se encontrasse mais facilidades talvez lhes subisse a clientela.

Acho que a minha melhor hip√≥tese √© o comboio da ponte, que √© gratuito para as bicicletas e a restri√ß√£o da hora de ponta n√£o me afecta porque vou contra-corrente. S√≥ que o problema √©: como vou apanhar esse comboio?… √Č um grande e desnecess√°rio desvio…

Preciso mesmo de uma dobr√°vel to dodge all this stupid obsolete directives

Discriminação lógica

Posted in mulheres, notícias, sociedade at 3:01 pm by Ana

Na Madrid Fashion Week deste ano não desfilam na passerelle manequins com um IMC abaixo de 18.  Aplaudo a medida. Demonstra consciência do impacto social que o mundo da moda tem sobre as mulheres, nomeadamente as adolescentes, e tenta controlar o tipo de referências corporais que impinge nos media.

N√£o digo que as ag√™ncias “obriguem” as modelos a regimes alimentares que as levem a parecer sa√≠das dos campos de concentra√ß√£o nazis, nem que sejam as pr√≥prias modelos a transformar-se assim, propositadamente. Mas talvez as que s√£o naturalmente (muito) magras sejam preferidas √† partida…

Assim, esta medida tenta apenas que se escolham modelos menos magras (mesmo que elas sejam naturalmente assim e sejam saud√°veis), para proteger a sa√ļde das pr√≥prias e das mi√ļdas que as idolatram.

S√≥ n√£o posso deixar de assinalar o cinismo de algumas pessoas como um tipo qualquer ligado √† moda nos EUA que acusou a medida de “discriminat√≥ria”. [Esta palavra desde h√° uns tempos √© muito mal usada, como se “discriminar” fosse mau, at√© parece que n√£o passamos a vida a “discriminar” entre o certo e o errado, o bom e o mau, o que √© melhor para n√≥s e o que √© pior, quem √© o empregado mais competente e quem √© o mais incompetente,…] E alguns disseram que havia pessoas (as modelos) que deixaram de trabalhar por causa desta medida. Engra√ßado, nunca vi ningu√©m queixar-se de discrimina√ß√£o quando uma mulher com menos de 1.70 m quer ser modelo e n√£o pode, ou quando algu√©m com medidas um pouco acima do 86-60-86 gostaria de trabalhar nas passerelles e n√£o a aceitam. Pode-se “discriminar” mulheres bonitas e absolutamente normais e saud√°veis desde que seja por serem baixas de mais ou “gordas” (ou musculadas, sei l√°!) de mais, mas se “discriminarem” as magras a atirar para o sub-nutridas j√° √© uma injusti√ßa. Certo.

September 17, 2006

Passeio domingueiro

Posted in up close & personal at 8:09 am by Ana

Daqui a bocado vou de bicicleta para Oeiras com o Bruno e com a minha irm√£ (empresto-lhe a que ganhei na Lisboa Bike Tour), vamos passear na Marginal Sem Carros. Talvez compremos uma Pizza na Telepizza de Santo Amaro e almocemos no Jardim da Quinta dos Sete Castelos. Depois podemos ficar ali a apanhar sol e a ler as revistas do jornal Expresso e do Sol. ūüėČ

√Č um bom plano. Vamos ver se se concretiza. ūüôā

Estou um bocado dorida, ontem andei em limpezas. Finalmente despachei a tenda (que veio um bocado enlameada) e a mochila do campismo. Lavei a nossa casa-de-banho (detesto lavar casas-de-banho!), o escrit√≥rio tamb√©m levou uma volta valente e o meu quarto tamb√©m est√° quase arrumado, falta s√≥ mais umas tralhas. So, i’m almost getting all my stuff done so i can start having my other stuff done. ūüėČ

Ainda me falta tratar e uploadar alguns videos da viagem e da Lisboa Bike Tour, e blogar sobre a viagem! (Qq dia passa o timing e acabo por n√£o escrever nada…)

But, anyway, amanh√£ tenho MESMO que come√ßar a trabalhar no relat√≥rio de est√°gio. Estou a planear ir para a FCT (a nova biblioteca j√° abriu!) faz√™-lo, durante as pr√≥ximas 4 semanas. Pensei em ir de bicicleta, mas o pre√ßo do bilhete que me fazem pagar por ela no barco √© um abuso… ūüė¶ Logo se v√™.

September 15, 2006

“Copyriot 2 ‚Äď Gente sem Patente Contra-Ataca”

Posted in eventos & Cia, movimentos at 5:09 pm by Ana

Recebi hoje um e-mail da “Gente sem Patente” a divulgar o seu segundo Festival, o “Copyriot 2 ‚Äď Gente sem Patente Contra-Ataca” de 5 a 7 de Outubro, no Porto.
O seu manifesto:

¬ęOs direitos de propriedade intelectual precisam de ver os seus estatutos
redifinidos, à luz da constante revolução tecnológica e das reais
necessidades e direitos dos seres humanos e das sociedades. Porque, t√£o
ou mais importante do que adaptar a realidade, quer legal quer
empresarial, às potencialidades das novas tecnologias é não esquecer e
não deixar esquecer que cada nova criação ou descoberta é fruto de
milhares de anos de saberes comuns partilhados. Essa base é social e não
reconhecemos o direito a que seja privatizada.

Nesse sentido, continuamos a publicitar ao m√°ximo o nosso manifesto (que
podem ver em http://copyriot.azine.org) e as alternativas ao “todos os
direitos reservados‚ÄĚ.¬Ľ

O programa do festival, que inclui cinema, teatro, debates e conversas, concertos, comes & bebes, videos e sess√Ķes de instala√ß√£o e experimenta√ß√£o de Linux, est√° dispon√≠vel no site do Copyriot.

Gostava de ir, pena que n√£o h√° tamb√©m em Lisboa. ūüėČ

“O Portugal que sai da crise”

Posted in imprensa, política nacional, sociedade at 2:02 pm by Ana

Na Vis√£o desta semana o que mais gostei de ler foi o artigo sobre o software livre e um outro, tema de capa, sobre empreendedorismo e inova√ß√£o. Gostei de ler este √ļltimo justamente por dar uma ideia diferente e mais animadora da economia e das pessoas por detr√°s dela. Gostei de ler hist√≥rias de pessoas que deram a volta por cima, que inovaram, que perseveraram, que arriscaram, e que agora v√™em o seu trabalho dar frutos. √Č em hist√≥rias destas que me inspiro e que me apoio quando as coisas parecem mais negras.

Acredito firmemente que a iniciativa privada e as empresas s√£o um ve√≠culo privilegiado de mudan√ßa de mentalidades e paradigmas, de inova√ß√£o, de trabalho social e comunit√°rio. √Č tempo de acabar com esta cultura de mama do Estado e de dormir √† sombra dele (a bananeira). Leva a que s√≥ nos queixemos de tudo e fiquemos √† espera que algu√©m fa√ßa alguma coisa. Mas o pior √© que (quase) ningu√©m faz nada… de jeito, pelo menos. ūüėõ

Neste país em que os governos só se governam a si próprios, são as empresas que devem liderar o caminho, e levar a sociedade a reboque. Ou isso ou é melhor emigrarmos todos porque os políticos não têm estofo para salvar este país.

“Imigrantes s√£o bom neg√≥cio”

Posted in imprensa, política at 1:47 pm by Ana

Na Vis√£o desta semana vem um artigo pequenino em que √© dito que algumas pris√Ķes privadas americanas est√£o entre as 10 empresas mais rent√°veis, na Bolsa de Nova Iorque. Explicam tamb√©m que o neg√≥cio come√ßou a prosperar desde que o Bush anunciou a sua campanha anti-imigra√ß√£o clandestina que levar√° para a cadeia 27 mil “sem-pap√©is”.

Fiquei parva:

  1. n√£o sabia que havia pris√Ķes privadas… Isso n√£o devia ser algo apenas reservado ao Estado? N√£o √© preocupante que haja privados a ganhar com ter mais pessoas atr√°s das grades? Os lobbies deste g√©nero, contra os imigrantes, por exemplo…
  2. os EUA t√™m a maior popula√ß√£o prisional do mundo (2,1 milh√Ķes de pessoas), o que d√° 1 recluso por cada 140 cidad√£os “livres”… (!!)

Que raio, faz algum sentido que ponham pessoas na pris√£o antes de elas cometerem crime algum? Como se pode criminalizar algu√©m por simplesmente se deslocar na Terra? Quem somos n√≥s para impedir outros de sair de dentro de um conjunto de linhas imagin√°rias desenhadas no ch√£o? Isto n√£o pode estar certo!! ūüė¶

Anivers√°rio esquecido

Posted in up close & personal at 1:29 pm by Ana

Apercebi-me que fez no passado dia 3 de Setembro (√ļltimo dia da Eurobike!) 1 ano que comecei a blogar! ūüôā No dia 10 de Mar√ßo de 2006 despedi-me definitivamente do Spaces, onde fiquei durante 6 meses, e passei para este endere√ßo, com/no WordPress, onde estou tamb√©m h√° 6 meses. Tenho uma outra casa √† espera, j√° habitada e tudo, mas nunca mais fa√ßo a mudan√ßa. Tenho que set my mind to it e pegar nas trouxas brevemente. Mas tenho gostado do WordPress e vai custar-me mudar de spot. Mas √© a minha casa, e √© sempre melhor estar no nosso turf. ūüėČ

September 14, 2006

A Marcha dos Pinguins (featuring a banana!)

Posted in featured on Flickr!, imprensa, movimentos, up close & personal at 10:50 pm by Ana

A Marcha dos Pinguins - Parte 1A Marcha dos Pinguins - Parte 2A Marcha dos Pinguins - Parte 3A Marcha dos Pinguins - Parte 4A Marcha dos Pinguins - Parte 5

Eu sou a gaja (sim, s√≥ aparece uma) do PC com as entranhas em tom de azul (sugest√£o do Bruno, claro), e com alguns CDs de UBUNTU “casualmente” em display, eheheh! ūüėõ

Achei o t√≠tulo muito giro. ūüėČ E o artigo tamb√©m est√° fixe. √Č bom ver que estas quest√Ķes come√ßam a ter alguma visibilidade nos suportes media tradicionais. Claro que h√° uma m√≠riade de assuntos relacionados que passam completamente ao lado da esmagadora maioria dos portugueses, como as patentes (de software ou outras, como as da biotecnologia) e as quest√Ķes e as pol√©micas do copyright e do fair use (DRM e demais chulices).

Fiquei surpresa ao saber que a ANSOL s√≥ tem 50 s√≥cios. Then again, acho que o Bruno (um deles) j√° me tinha referido isso h√° tempos. Tenho que me tornar s√≥cia tamb√©m para aumentar as fileiras oficiais. ūüôā Talvez com mais gente consigam assinalar decentemente o Software Freedom Day, pelo menos algo mais que organizar uma almo√ßarada e distribuir uns CDs… :-/

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