September 12, 2006

Mais que um sofá-cama, um sofá-beliche!

Posted in produtos at 10:51 pm by Ana

Muito fixe! 🙂

Bonbon's Doc sofa/bunk bed unit

[via Inhabitat]

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August 16, 2006

Luz natural em qualquer lado

Posted in eco-techie-habitat, produtos at 9:31 am by Ana

Hoje descobri uns produtos muito inovadores para iluminação. 🙂 Não sei o custo que ainda implicam, mas o conceito está excelente. São sistemas que captam a luz solar no exterior e a distribuem, por fibra óptica, por toda a casa. Assim temos luz natural em qualquer lugar!

Parans

Além de ser mais barato (sol é grátis), mais “verde” (não gastamos electricidade nem outro combustível), é mais saudável e mais natural, porque permite reproduzir a normal variação de luminosidade no exterior dentro de casa.

Sunlight-direct

O mais perto disto que eu conhecia era um sistema que vi num filme, em que uma série de buracos numa pirâmide ou algo similar coordenados com espelhos estrategicamente colocados conseguiam iluminar tudo com a luz do sol. Não sei se aquilo era só ficção, mas desde essa altura que penso que deve ser possível desenhar uma casa com um esquema parecido. 😛

Também há produtos que permitem conjugar a luz natural com a artificial (p.e. à noite!).

Zeno

Os produtos a que me refiro podem ser vistos aqui: Parans, Sunlight-direct, Luceplan (procurar por “Zeno”).

[via inhabitat]

August 15, 2006

Máquina de lavar roupa a pedal

Posted in produtos at 12:27 pm by Ana

Existe, é a Cyclean.

Cyclean

Não gastamos energia eléctrica e fazemos exercício físico útil (em vez de estarmos a pedalar estupidamente num ginásio, dentro de 4 paredes…). É uma ideia fixe. 😉

P.S.: Não é só máquinas de lavar, o pedal power também pode ser usado para alimentar aparelhos electrónicos como PCs, por exemplo. 😉

August 13, 2006

Olivia Lum

Posted in mulheres, produtos at 4:03 pm by Ana

Há uns dias vi um documentário na 2 sobre a Olivia Lum.

Olivia Lum

Estava no zapping, mas aquilo acabou por me prender a atenção. A história de vida dela, a iniciativa, a perseverança. Inspirou-me. Pode ser lido um artigo sobre ela na Time Magazine.

No final do programa eles mostraram um aparelho que a empresa dela (a Hyflux) desenvolveu e que permite obter água pura para beber simplesmente através da humidade do ar! Fiquei muito interessada nisto! É o dragon-fly, e custa uns 2000 $. Uma FAQ útil pode ser lida aqui.

Dragon-fly M18 Dragon-fly T16

July 24, 2006

Uns fatos de banho à maneira…

Posted in humor, insólito, mulheres, produtos, teísmos at 11:07 pm by Ana

Para pessoas com graves doenças de pele ou deformações físicas. Ou para pessoas com deformações intelectuais/psíquicas, como os religiosos.

Wholesome Wear

Bom para quem se quer afogar, ajuda a puxar para baixo.

Corte e padrões modernos e bonitos para qualquer bom cristão.

Não tão bom como uma burqa, mas há que dar tempo ao tempo.

Para aqueles que acham o corpo um pecado. Mas só o das mulheres, claro. Não há modelos para homens. Já se sabe que as mulheres não sentem luxúria. Só a despertam. Por isso há que as esconder.

A história aqui. O site dos fabricantes aqui.

July 15, 2006

Os efeitos do selim da bicicleta na saúde do ciclista

Posted in mobilidade, produtos, saúde & medicinas at 5:26 pm by Ana

Além das consequências das possíveis quedas e acidentes rodoviários, há uma questão pouco conhecida da população: os efeitos que andar de bicicleta pode implicar na saúde sexual. Isto é um problema que pode mesmo ser grave mas que nenhuma loja aborda junto dos seus clientes. Devem ter medo que as pessoas desistam de andar de bicicleta e, logo, de comprar os seus produtos. Ora, eu acho isto uma péssima política. Péssima na perspectiva de política da empresa e do ponto de vista ético.

Como consumidora, eu gosto de uma empresa ou uma entidade que me trate com franqueza e de igual para igual. Não há nenhum produto nem nenhum serviço “perfeitos”. Tudo tem vantagens e desvantagens, situações de aplicação vocacionada e outras em que há contra-indicações. Eu sou uma consumidora consciente, e quando vou escolher um produto e uma empresa faço alguma pesquisa para tentar determinar quais são os melhores, ou os mais indicados para mim. Faço isto por pesquisas na net, continuamente ao prestar atenção às coisas faladas nos muitos jornais e revistas que leio e na TV, e também “presencialmente” ao andar a espreitar coisas em várias lojas diferentes. Assim, não gosto de ser tratada como ingénua ou ignorante (mesmo que o possa estar a ser). Quero poder falar com um vendedor sem ter aquela sensação que ele não se importa comigo, que só quer vender qualquer coisa (quanto mais e mais caro for, melhor) e que deliberadamente omite informação que me seria relevante, ou simplesmente que a desconhece!

Quando escolho um produto quero poder fazê-lo conhecendo as suas qualidades e os seus defeitos. Em que aspectos ele se destaca mais positivamente e quais os seus pontos mais fracos. Assim, de entre os vários produtos diferentes da mesma marca ou similares de marcas diferentes, poderei escolher aquele que melhor se adapta ao que eu quero, ao que eu gosto/prefiro, e às minhas necessidades. Sabendo logo à partida os seus defeitos e as suas virtudes, podendo antecipar e gerir melhor esse conjunto.

Já tinha ouvido falar e lido acerca dos perigos de um mau selim. Sabia que podia provocar má irrigação sanguínea no pénis, no caso dos homens, mas também no clitóris, no caso das mulheres. Consequências: impotência temporária ou permanente nos homens e dificuldade em atingir o orgasmo nas mulheres.

Vou na minha quarta bicicleta. Durante as duas primeiras ainda era uma miúda. A terceira tinha um banco horrível. Daqueles esguios, e muito duro. Ficava com os ossos da pélvis a doer-me por vários dias a seguir a uma viagem mais longa. Esta última já trazia um banco em gel, por isso não tive que ir comprar outro. No entanto, embora infinitamente mais confortável que o anterior, não é perfeito. Uma característica incomodativa é que parece aquecer muito. Ou pelo menos permite que a zona genital aqueça excessivamente. Não me lembro se o outro fazia isto, mas acho que não.

Os estudos sobre os problemas causados pela prática do ciclismo, nomeadamente o efeito do selim, são maioritariamente focados nos homens, independentemente de motivações sexistas provavelmente porque a grande maioria de ciclistas são homens.

Hoje estive a pesquisar mais um pouco sobre isto e encontrei alguns artigos interessantes e que me permitiram encontrar empresas que fabricam bancos mais ergonómicos e que procuram minimizar os riscos para a saúde sexual dos seus utilizadores. 🙂

Nunca vi bancos destes à venda ou anunciados em Portugal… Estou a pensar comprar algum. 🙂

 

Alguns artigos:


As bicicletas contra a vida sexual?
Pedalar sai caro – dizem estudos publicados no Journal of Sexual Medicine

Bicycle Riding and Erectile Dysfunction: An Increase in Interest (and Concern)

Excerto: «“Bicycle riding more than 3 hours per week was an independent relative risk (RR = 1.72) for moderate to severe ED. In case control studies, the prevalence of moderate to severe ED in bicyclists was 4.2% and 4% vs. age-matched runners 1.1% (P 0.018) and swimmers 2% (P = 0.05), respectively. Therefore, bicycle riders should take precautionary measures to minimize the risk of ED associated with bicycle riding: change the bicycle saddle with a protruding nose to a noseless seat, change the posture to a more upright/reclining position, change the material of the saddle (GEL), and tilt the saddle/seat downwards.»

Studies Link Bike Seats, Erectile Dysfunction
But Many Men Who Bike Won’t Be Affected, Notes Scientist

Excerto: «“One would not expect that every bicyclist would suffer from erectile dysfunction, any more than one would expect every smoker would get lung cancer,”»

Serious Riders, Your Bicycle Seat May Affect Your Love Life

Excertos: «Researchers have estimated that 5 percent of men who ride bikes intensively have developed severe to moderate erectile dysfunction as a result. But some experts believe that the numbers may be much higher because many men are too embarrassed to talk about it or fail to associate cycling with their problems in the bedroom.»

 

«The research shows that when riders sit on a classic bicycle seat with a teardrop shape and a long nose, a quarter of their body weight rests on the nose, putting pressure on the perineum. The amount of oxygen reaching the penis typically falls 70 percent to 80 percent in three minutes. “A guy can sit on a bicycle seat and have his penis oxygen levels drop 100 percent but he doesn’t know it,” Mr. Cohen said. “After half an hour he goes numb.”»

«“We make kids wear helmets and knee pads,” Dr. Goldstein said. “But no one thinks about protecting the crotch.”»

Saddle Safety

Ergonomic bicycle seats take the pressure and pain out of long rides on the road Excerto: «But bike lovers don’t have to abandon cycling altogether. Instead, Goldstein suggests they choose a bike with a noseless seat that allows riders to bear their weight on their sit bones, just as they do when sitting straight on a chair. Goldstein concedes that the nose helps racing cyclists steer and navigate turns more easily and that some may fear looking “wussy” with a wider seat. But, he says, riders have to weigh health risks against speed or style.»

Cycle Performance Tips

Choosing and adjusting your saddle

Excerto: «Question: “I’ve heard that using an incorrect saddle can cause prostate problems for guys.” JG Answer:saddle choice and riding technique. Women have similar concerns about “pressure” to that sensitive area, so the following is really a unisex answer. Most men don’t develop prostate or sexual performance problems from riding. In fact, most authorities agree that cycling, as it improves the cardiovascular system, is less of a risk factor for impotence than a sedentary lifestyle. To minimize any problems you need to consider both your saddle choice and riding technique.»

Algumas marcas:

Ergo

The Seat

Bycycle

BiSaddle

Hobson

EasySeat

Selle Royal

Blast AVS

June 27, 2006

Segway

Posted in mobilidade, política nacional, produtos at 8:57 pm by Ana

É uma invenção espectacular! 🙂

Segway

Os Segway são, no entanto, ainda muito caros.

São eléctricos, e consomem menos energia do que outro qualquer veículo eléctrico visto serem menos volumosos. É como andar a pé, mas mais depressa. E sem a parte do andar. Convida ainda mais à imobilidade porque assim podemos literalmente sair de casa já “montados no carro”, e levá-lo efectivamente para a mesa de trabalho, por exemplo… Para ser usado em serviço, durante muito tempo, presumo que se torne desconfortável, porque implica ficar na mesma posição, de pé, por muito tempo.

É o ideal para pessoas com dificuldades de locomoção (desde que se consigam aguentar bem de pé). Mas é uma alternativa muito interessante de transporte individual que gostaria de ver mais disseminada (desde que se devesse principalmente à conversão de automobilistas!). 🙂

No video promocional as pessoas levam-nos para todo o lado, montados neles, mesmo dentro de edifícios, lojas, etc, e comboios e metros. Cá nem as bicicletas estão “liberalizadas” para serem transportadas (let alon riden!) nos transportes públicos e respectivas estações/zonas de acesso. E os regulamentos são omissos ou restritivos no uso de patins (calçados mesmo!). Assim, aquela ideia veiculada não se aplica a Portugal. Por enquanto. 😉

Pelos vistos a moda dos Segway está a pegar por cá. E justamente por quem tem dinheiro para gastar. Nomeadamente as autarquias, claro. Vi primeiro a notícia da Polícia Municipal de Matosinhos, no DN. Depois vi que em Oeiras já tinham feito uma experiência antes, também.

O uso pelos carteiros parece-me um bom investimento. É mais barato (no consumo de combustível) do que uma mota (mesmo que eléctrica) e mais prático. Já o seu uso generalizado pela polícia me parece uma má gestão de dinheiros públicos. Com 5 000 € equipavam uns 10 polícias com bicicletas. Mesmo que optassem por bicicletas com ajuda de um motor eléctrico, era um investimento mais inteligente. Mais saudável e confortável para as pessoas (fazem algum exercício físico e podem sentar-se!), mais barato na aquisição e na manutenção, e mais fiável (não acaba a bateria, e mesmo numa eléctrica, os pedais continuam a trabalhar mesmo depois de acabada a electricidade!). Se fôssemos um país rico ainda percebia que não se quisesse ou tivesse que levar estas coisas em conta. Mas somos um país pobre. Nem tanto de dinheiro, mas de talento, o que resulta em desperdício do que temos e, logo, de menos dinheiro no saldo final.

É um bocado frustrante ver as zonas turísticas balneares patrulhadas com o último grito na mobilidade e depois ver as pessoas sem ter onde se sentar ou abrigar do clima na maioria das paragens de autocarros. Ou ver pessoas sentadas nas valetas das estradas ou em encostadas a rails porque ninguém se digna a investir o dinheiro de todos onde ele faz mais falta.

Paragem má (mas há bem piores)

Ou ver pessoas andar nas bermas e valetas das estradas para ir de uma localidade a outra ou até de uma rua à seguinte, sem ter condições de conforto e muito menos de segurança, porque neste país os passeios existem para emoldurar alguns sítios, e as pessoas são esperadas mover-se de carro numa base porta-a-porta…

Em Queluz

O nosso problema não é falta de dinheiro, é falta de governantes que saibam distinguir o essencial do acessório, e saibam estabelecer prioridades de investimento de uma forma estratégica, honesta, justa.

Este desabafo não é contra o Segway, nem contra os veículos eléctricos, é com as pessoas que gerem este país que também é o meu.

June 16, 2006

Selk’bag

Posted in produtos at 3:28 pm by Ana

Eu quero isto! 😀 Um saco cama que se veste! Eheheh! Muito fixe. And makes you look really cute, now doesn't it? 😉

Selk'bag

[Via The Cool Hunter]

June 5, 2006

Kit de reparação de bicicletas

Posted in produtos at 9:31 pm by Ana

Através do Boingboing encontrei este kit bastante prático:

Kit de reparações

June 4, 2006

“Quiet revolution”

Posted in ambiente, eco-techie-habitat, produtos at 8:53 pm by Ana

Que tal uma turbina para transformar energia eólica que se pode usar facilmente em meio urbano? Existe e chama-se "quiet revolution". É "virtualmente silenciosa e sem vibrações" e como só tem uma parte móvel diminui a manutenção e aumenta a fiabilidade. Dependendo das condições de implantação, pode gerar entre 5000 a 1000 kW-hora por ano. Pode ser usada não-ligada à rede e conectada a baterias.

E tem ainda uma característica potencialmente interessante, pode ser usado como uma espécie de ecrã:

«Unlike other renewable energy sources, quietrevolution is also available in a unique model capable of creating a striking visual display that is part illuminated billboard, part artwork, part renewable energy device.

Light Emitting Diodes (LEDs) embedded in each of its three S-shaped blades fire in sequence as the blades rotate, painting a video screen that appears to hang in the air. This full colour and motion image is clearly visible day and night.»

Pretty cool, uh? 😉

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