August 5, 2006

Doar livros

Posted in up close & personal at 2:49 pm by Ana

Hoje deu-me para arrumações e limpezas.

Inicialmente a ideia era só tirar os dossiês todos da faculdade do meu quarto e arrumá-los na cave. Mas depois tive que arrumar o móvel para arranjar espaço. Isso levou a que andasse a revirar aquilo tudo. Resultado: tenho mais uns caixotes de livros para dar. Uns são livros escolares que escaparam ao primeiro raide, quando há uns tempos atrás reuni todos os livros, meus e dos meus irmãos, e os fui entregar ao Centro de Acolhimento da Bobadela do Conselho Português para os Refugiados. Os outros são livros infantis e imensos livros e revistas de quadradinhos, maioritariamente da Disney. 🙂

Cada vez que faço isto dá-me pena estar a desfazer-me dos livros. Sempre adorei ler e tive muitos livros e revistas. Acho que gastei mais dinheiro nisso que em brinquedos. 😛 É giro voltar a pegar em livros de quando éramos putos, traz uma sensação agradável de familiaridade e saudade. 🙂

Primeiro hesito, penso que devia guardá-los para recordação. Outras vezes penso que devia tentar vender alguns para recuperar um pouco de todo o dinheiro gasto. Depois penso que o melhor é dá-los a alguém que os use, porque ali escondidos não são úteis a ninguém, e eu só os uso como recordação 1 vez por ano…

Há praí tanta escola e instituição, neste país e noutros, sem material, sem nada para os miúdos… Isto é uma maneira de melhorar a vida de outras pessoas, tal como melhorou a minha. 🙂

Lembro-me de ver há uns meses, no telejornal, uma reportagem sobre uma escola qualquer no norte do país que não tinha material para os miúdos usarem. Ainda por cima era num sítio isolado e pobre. Se pudesse enviava para lá aqueles livros, nada melhor para viajar sem sair do lugar do que uma boa leitura!

O meu problema agora é como arranjar receptores para isto. Da última vez, em que enviei e-mails a instituições de voluntariado e afins, as respostas foram fracas e desencorajadoras.

Vamos ver como será desta vez. Alguém tem alguma ideia para estes livros?

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August 4, 2006

Assertividade and self-respect

Posted in up close & personal at 11:22 pm by Ana

Na 4ª-feira ao fim do dia, mesmo antes de me ir embora, fui falar novamente com o “chefe”. Desta vez a conversa foi muito rápida, uns 3 ou 4 minutos. No dia anterior ele tinha “definido” a data de 25 de Setembro para eu começar a trabalhar (e só porque eu lhe disse que nem estaria em Portugal entre 27 de Agosto e 9 de Setembro, o que me valeu críticas também…). Isto depois de eu rebater a tentativa dele de me impor o 11 de Setembro. A manipulação dele tinha como intento levar-me a comprometer-me com ele para praticamente já. Tentou mesmo levar-me a acreditar que conseguia fazer o relatório em 1 ou 2 semanas “se não andasse para aí a ‘paspalhar’”! lol! Enfim. Depois de falar com as minhas colegas e de pensar um pouco resolvi mudar um pouco a posição de poder. Fui lá e disse que posso tentar comprometer-me com o 16 de Outubro. Achava que era o mínimo em que seria plausível conseguir fazer um relatório destes. Se o terminasse antes, óptimo, regressaria ao lab antes da data prevista. Mas não queria estar a adiantar prazos irrealistas para depois fazer má figura a faltar aos meus compromissos. Já lhe tinha dito isto antes, mas ele menosprezou tudo. Desta vez impus-me. Ou é dia 16 ou não é. Ele ainda balbuciou umas coisas mas aceitou.

Não foi nada de especial (continuo a achar que dia 16 será cedo) mas senti-me muito bem por me defender assertivamente e não deixar outros pisarem-me à vontade, for once in my life. Há-de haver situações na minha vida em que me terei de submeter e subjugar a biltres como este por qualquer fragilidade minha na altura. Por essa mesma razão tenho que aproveitar enquanto a minha vida não depende deles para me tratar a mim própria e à minha vida com a dignidade que mereço.

Ele precisa mais de mim do que eu dele. Aliás, eu não preciso dele. 😛 Mas ele tem um projecto há quase um ano, do qual corre o risco de ser expulso porque não tem apresentado resultados (porque) não faz aquilo que combina fazer com os parceiros, e a reunião é em Setembro e ele precisa de mandar alguém fazer alguma coisa… Numa conversa subsequente com as bolseiras fiquei a perceber porque é que ele é “intocável”, apesar de os superiores saberem do desastre maldoso que ele é, e de ele arrastar o nome das pessoas que trabalham com ele (“com” é uma maneira de dizer, visto ele não parecer trabalhar muito…), da Unidade, do Departamento e do próprio INETI, na lama. Aparentemente, ele é que consegue os projectos. As outras pessoas têm dificuldade em arranjá-los e, logo, ficam assim todos dependentes dele… What a fucked up world.

August 1, 2006

A semana em catadupa

Posted in up close & personal at 11:55 pm by Ana

A semana passada foi uma frustração. Se espremer o trabalho no lab fico com muito pouco para 5 dias de trabalho…

É difícil ser produtivo quando não temos material, não temos equipamento, a torneira do ar está aos soluços, a da água também, se precisarmos de uma tesoura temos que ir ao lab do lado, se precisarmos de uma barra magnética temos que ir a um lab no piso superior, no outro extremo do edifício. Gelo também só num outro lab na outra ponta… Solicitar uma reparação de um aparelho e tê-lo efectivamente reparado apenas meses depois. O chefe precisou que eu regressasse do interregno para estudar para os exames para se lembrar de enviar a Informação a pedir a abertura de um concurso para uma Bolsa de Investigação… Era só escrever um papel, não precisava de mim pra nada…

Na 6ªf comecei a ter dores nas costas. No sábado pioraram imenso. Mas não eram as dores habituais (não associo à escoliose), pareciam ser simples tensão. Não passavam com o duche quente, nem mesmo com as massagens do Bruno (alivia na altura para voltar ao mesmo logo a seguir). Agora sei perfeitamente que eram puro stress. Uma semana improdutiva, trabalho meu pendente, e um casamento onde não conhecíamos ninguém no domingo. Situações “sociais” como casamentos põem-me sempre ansiosa. Não tive que gastar dinheiro num fato, usei um que já tinha servido para outro casamento. 😛 Foi só o dinheiro da prenda (glup!), e o de arranjar as unhas. Foi a primeira vez que arranjei as unhas, achei aquilo um bocado bárbaro… Isto de ser “pipi” dói e fica caro. 😛

Esta semana li numa revista qualquer que isto de ficar quase doente com tempo improdutivo é uma “doença” comum, e conhecida. Já me sinto um pouco melhor. lol

No sábado fomos dar uma voltinha para Cascais. No regresso a casa passámos por Sintra, a espreitar a casa Lapponia House em Janas. Já está mais avançada, já levou um produto qualquer na madeira, já tem a base do chão em todas as divisões, já tem uma das casas-de-banho montadas,… mas ainda não está pronta… 😦

Lapponia House em JanasLapponia House em JanasLapponia House em JanasLapponia House em Janas

O casamento por acaso até não correu mal. Ficámos com um casal conhecido e até conversámos bem com os outros dois casais na nossa mesa. O sítio era bonito, a Quinta do Casal Novo, perto de Mafra. Gostei do jardim. Naquela zona há muitos geradores eólicos. A quinta tinha um gerador a combustível a funcionar, que quebrava um pouco o sossego. Devia ter uma mini-hélice para energia eólica também 😉

Quinta do Casal NovoQuinta do Casal NovoQuinta do Casal Novo

A cerimónia foi no Convento de Mafra. No fim ainda houve um padre a pedir uma esmola para “uns seminaristas que estão em dificuldades”… É preciso ter lata! Tirem uns cobres ao dinheiro para a nova catedral em Fátima, por exemplo…

Palácio de Mafra

Esta semana voltei ao meu trabalho (a outra foi para ajudar a V. e aprender algumas das coisas que ela faz no lab, para a substituir na licença de parto). Ontem foi um dia pouco produtivo porque as amostras demoram muito a descongelar e depois tive que as filtrar todas porque tinham turvação… 😦 Às 17h de ontem apareceu-me uma investigadora da Unidade com tubinhos na mão para ir analisar umas amostras no espectrofotómetro, não estava a contar que eu tivesse lá assentado arraiais… Ficou então para as analisar hoje de manhã (” 1 ou 2 h”), e por isso fui mais tarde a contar com isso. Só pude começar às 14h… Depois às 18h outra interrupção, mas mais rápida, eram só 2 ou 3 amostras. No ITQB cada aparelho tinha uma agenda para reservar atempadamente a sua utilização e um formulário para apontar quem usou e quando. No INETI não. Assim nunca se sabe se teremos o equipamento disponível quando precisamos… É só mais um dos sintomas da desorganização vigente… É tudo um atraso de vida. E os bolseiros perdem o seu tempo a fazer de secretários e mensageiros em vez de estarem a… investigar! Não há material, não há pessoal técnico e administrativo, não há gestão eficiente! Aaaargh!

Antes do almoço andei a tratar de tarefas paralelas às análises, enquanto não podia ir ocupar o espectrofotómetro. A meio da tarde o “chefe” chamou-me. Foram 30 ou 45 min absolutamente inacreditáveis. Aquele homem não existe. Nunca vi tanta hipocrisia, cinismo, falta de sentido de autocrítica, manipulação e lata! Depois partilhei o episódio com as minhas colegas, ao lanche. Pelos vistos o paleio é sempre o mesmo, e as estratégias de chantagem e manipulação são repetidas… Fiquei mesmo a pensar para mim própria que devia dizer-lhe mesmo que realmente não queria bolsa nenhuma, e que só quero mesmo acabar o estágio. Estava ali a ouvir aquelas barbaridades todas e a pensar “mas onde é que eu me vou meter? foge enquanto podes!”.

Pelo que conheço da peça (e já vai quase em 1 ano), já tinha pensado na possibilidade dele me chantagear à pala do estágio e do relatório (que ele tem que corrigir e avaliar). Hoje as outras bolseiras avisaram-me disso mesmo. Pelos vistos este tipo de coisas é o seu modus operandi. Tenho que estar de sobreaviso… Era só o que me faltava mesmo. 😦

Estou mesmo desiludida com isto tudo. Hoje soube de uma história em que o orientador de mestrado tinha os resultados comprados, “essas tintas não fazem mal”… Em Inglaterra.

Será que não há gente honesta neste mundo? Não há chefes competentes?

Cada vez mais me arrependo de ter vindo para este curso. Devia ter ido para algo que me propiciasse e facilitasse a criação de um negócio próprio qualquer. Para fazer “sacrifícios” prefiro fazê-los por e para mim própria. Aquele gajo!… “Sacrifícios”. E quando acabam os sacrifícios? Primeiro no curso, depois no estágio, a seguir nas bolsas… É suposto passar a vida como mártir? Ainda por cima para nada.

Só faço asneiras mesmo. Se fosse uma pessoa normal teria tentado ficar no primeiro lab onde “estagiei”, num grupo de Bioquímica do ITQB. Com aquele professor, ou com um outro de que também gostei desde que nos deram aulas de Bioquímica 2 na FCT (uma das minhas disciplinas preferidas, se não a preferida). Já os conhecia e gostava deles. Mas justamente por isso pensei ir para outro lado para não fazer as minhas asneiras de principiante (e não só) com eles. E assim me vou metendo em sarilhos. Sou mesmo uma totó.

Pressinto que a minha vida profissional vai andar a uns 180º da área onde perdi (de perder, mesmo, não só gastar) 7 longos e tortuosos anos da minha vida. Que desperdício de tempo, energia e neurónios. Sinto-me mesmo uma estúpida.

Não se faz nada naquele lab. E eu quero fazer algo da minha vida! Quero trabalhar em coisas que se vejam, que sirvam para alguma coisa, que venham a suprir alguma necessidade ou a melhorar as condições de pessoas ou actividades…

Há pouco fui com o Bruno deixar o meu carro na revisão. Costumo deixá-lo com o guarda nocturno. Desta vez ele não estava lá. Fui perder 1h para nada. Lá terei que voltar lá amanhã ainda não sei bem como…

Bolas! Até este post está mau.

July 26, 2006

Indefinições

Posted in up close & personal at 12:44 pm by Ana

Afinal já não sei se vou ter Bolsa alguma. O meu “chefe” é um desorganizado, incompetente, e nunca faz nada a tempo (prazos, que é isso?), e de qualquer modo o INETI vai ser extinto dentro de alguns meses. Como vão lançar concursos para Bolsas e tudo o mais se não sabem se vai haver INETI, ou se vai haver projectos, ou o que seja?

Além disso, em Setembro a V. já cá não está (vai sair em licença de parto), e as outras duas bolseiras também acabam a bolsa no fim de Agosto. Se ele não tratar das coisas para renovar as bolsas, volta para um lab vazio em Setembro. Acho que ele ainda não se apercebeu disso…Não quero ficar cá sozinha! 😦

Acho que vou começar a procurar “emprego”…

July 25, 2006

Weeeeeeeeeeeeee!

Posted in up close & personal at 9:32 am by Ana

PASSEI! 😀

Fui mesmo agora espreitar as notas de Química-Física 2, para ver como tinham sido as notas dos testes, e vi que as notas de Recurso já estão disponíveis! Foram muito rápidos a corrigir! 🙂

Tive 12.25 valores, e vou ficar com 16 de nota final. Estou mesmo contente! I’m free! Só falta o estágio! 🙂 And i am now back on it. Parece que até já respiro melhor! 😉

July 17, 2006

Munições

Posted in eco-techie-habitat, imprensa, up close & personal at 11:05 pm by Ana

Hoje passei pelo Media Markt e trouxe uma ventoinha. Uma coisa modesta, relativamente silenciosa, e das que consumia menos energia. Tem uma cena fixe, um temporizador. E surprise, surprise!, o stock da loja estava no fim, houve um “assalto” às ventoinhas e as prateleiras estavam vazias. Não sou só eu que vivo numa casa construída por gente com conhecimentos e políticas obsoletas… 😛 A propósito, saiu hoje no Público um artigo sobre os novos regulamentos para a habitação:

Parte 1

Parte 2

De passagem por um hiper para trazer algumas mercearias aproveitei e comprei uma cena para afastar as melgas, um difusor Ezalo ou lá o que é. Vamos a ver se esta noite sou eu que ganho a guerra!

Geralmente evito estes biocidas porque receio que sejam prejudiciais à saúde (minha, as melgas podem morrer todas). Mesmo os repelentes para aplicar no corpo, como o Butix, também fico naquela,… será que isto me faz mal? Mas depois lembro-me de todas as doenças tropicais que as melgas podem transmitir e que com as alterações climáticas estão a chegar cá… Bom, vamos a ver se isto resulta.

Assim não dá

Posted in up close & personal at 9:43 am by Ana

Ontem lembrei-me de ir ver a temperatura na casa com o aparelhómetro que a Quercus cá deixou da última visita do projecto Ecocasa.

Aparelhómetro

Ele foi deixado na sala para monitorizar a temperatura daquela divisão. Ontem um pouco antes da meia-noite vi que marcava 27,9 ºC e 43,7 % de humidade. Peguei nele e levei-o para o meu quarto no 1º andar: 28,3 ºC e 43,6 % humidade. No quarto do rés-do-chão onde voltei a dormir hoje marcava cerca de 28,4 ºC. Na rua estavam 27,0 ºC e 43,1 % de humidade.

Deixei o aparelho no meu quarto, lá em cima, e hoje às 10h marcava 28,2 ºC e 45,1 % de humidade. Mais de 28 ºC às 10h da manhã!

Supostamente os aparelhos têm que ficar algum tempo no mesmo sítio até darem valores certos. Eu acho que se estavam ~28 ºC ontem na sala, nos quartos deviam estar uns 30 ºC! A diferença de temperatura ao passar de um piso para o outro são notórias, aquele valor não podia estar certo.

Gastei quase a embalagem toda de Butix ontem, apliquei-o várias vezes antes de me deitar e mesmo durante a noite. Não serviu de muito, acordei várias vezes com comichão por causa das babas daquelas melgas estúpidas! 😦 Dormi pouco, mal, e acordei com umas terríveis dores nas costas, às 10h, quando devia ter sido às 7h… Não fui nadar (ou seja, as dores não melhorarão) e já queimei metade do meu dia de estudo. 😦 Chego à FCUL e vou directamente almoçar.

Aaargh! Que merda de dias, estes!…

P.S.: No Inverno, é o oposto, we just freeze

July 16, 2006

Calooooooor!

Posted in up close & personal at 6:24 pm by Ana

A minha casa é inabitável no pico do Verão e no pico do Inverno. 😦

Hoje depois do almoço montei o meu estaminé na mesa da sala-de-jantar e preparei-me para estudar. Algum tempo depois desisti, a cadeira é desconfortável, a sala estava demasiado quente, não conseguia pensar.

Escritório na mesa de jantar

Ainda lutei (“não, tens mesmo que estudar!“) mas deixei-me vencer. Vim perder o meu tempo cá para baixo, para a cave, onde ainda se consegue respirar sem transpirar.

Nestes dias de tão intenso calor eu só quero ficar em casa, à sombra. Só de pensar em sair, meter-me num carro a cozer, ou ir para a praia assar… Não, prefiro uma coisa mais caseira e suportável.

Este fim-de-semana foi um bocado wasted. E isso deixa-me muito frustrada porque detesto a sensação de não ter feito nada de útil ou relevante com o meu tempo. Detesto engonhar, não fazer nada que seja útil ou pelo menos algum resultado mais palpável. I’m work driven. Se não estou a trabalhar nalguma coisa gosto de estar a fazer algo que me permita depois trabalhar melhor, isto é, passear, ver coisas novas, diferentes, etc. Descansar o corpo e a mente. Passar o dia em casa a ler, ver TV e deambular pela web não se espreme em nada no fim. 😦

Sei que no próximo sábado, quando sair do exame e tiver percebido que chumbei, vou sentir-me muitíssimo culpada por não ter passado o fim-de-semana a estudar. Se calhar não faria grande diferença, mas i can’t help feeling guilty.

My fat, moldable, feet.

Posted in up close & personal at 11:03 am by Ana

Os meus problemas de má circulação sanguínea agravam-se sempre no Verão, com o sol e o calor. Em vez de os pés e as pernas incharem ao longo do dia, já acordo com eles inchados. 😦

As duas últimas noites têm sido terríveis. A casa está tão quente que o primeiro andar (o dos quartos) fica inabitável. Então à noite é impossível. 😦 De 6ª para sábado dormi muito mal, demorei a adormecer e estava sempre a acordar com o calor. Claro que de manhã não me consegui levantar antes das 11h. Lá foi o plano de ir estudar para a BMO para o caraças. 😦

Ontem resolvi ir dormir para o quarto do rés-do-chão. Tem uma cama com um colchão horrível, mas o quarto estava um pouco menos quente que o meu, e como a cama é de casal dá para me esparramar à vontade. 🙂 Dormi em cima das cobertas, só eu e a minha almofada. Dormi melhor. 🙂 Mesmo embora os cães na rua (aqui toda a gente tem cães) façam um chinfrim desgraçado nalgumas noites (incluindo a de ontem). Lá para as 4 da manhã calaram-se todos repentinamente.

Ontem mostrei ao Bruno as minhas capacidades quasi-metamorfósicas podológicas. Os pés andam sempre gordos, e pioram com o avançar do dia. Há umas sandálias que costumo usar e que fazem com que no fim do dia, ao descalçá-las, os meus pés pareçam os do homem elefante, todos deformados, porque nas partes onde as sandálias são abertas o pé expandiu-se mais do que nas zonas onde o sapato o comprime. Fica uma imagem muito freaky. 😛 Se eu pressionar com o dedo durante alguns instantes uma parte gorda do pé, ao retirar o dedo o pé mantém a deformação por algum tempo. Parece barro, ou plasticina. Eheheh!

Pés gordos, moldáveis

July 15, 2006

Candidato a aluno na FCT-UNL

Posted in educação & formação, up close & personal at 6:06 pm by Ana

O novo site da FCT-UNL – secção “Candidato a Aluno” – já está pronto e online. And guess what, yours truly colaborou! 😉 E o que é mais fixe, na parte “Vida no campus” está disponível a minha user review para download! 😀

Agora digam-me lá, quantas faculdades deste país têm a autoconfiança para mostrar os seus fortes e os seus fracos (alguns, pois aquilo é a minha opinião e experiência pessoais e não uma “monografia”) aos seus “clientes”, hein? Permitir um “informed consent“? Só uma que sabe que os seus fortes são mesmo bons (no contexto português, claro) e os seus fracos are being taken care of sempre que possível. 🙂

Já agora, quantos alunos se dão ao trabalho de falar sobre a sua escola? Tenho procurado no Google e não encontrei nada. Alguém teve mais sorte? Era interessante descobrir mais user reviews de diferentes escolas! É um recurso muito útil para quem precisa de optar por uma escola ou por um curso!

Bolas, até quase me senti importante, quando vi a página! lol A taxa de basófia, ui! 😛

Candidato a aluno da FCT-UNL

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